iPhone 17 Pro sobrevive a queda de quase 30 km e chega ao solo funcionando

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Um iPhone 17 Pro envolto em uma capa RhinoShield AirX foi solto de uma altitude de 30.607 metros (cerca de 30 km) sobre o norte da Suécia sem paraquedas e atingiu o solo em pleno funcionamento.

O Guinness World Records certificou o recorde em 26 de agosto sob o título de “maior queda de um celular dentro de uma capa protetora em formas de relevo naturais”.

O teste foi realizado em 24 de junho acima do Esrange Space Center, em uma ação conjunta da fabricante taiwanesa RhinoShield com a empresa aeroespacial britânica Sent Into Space.

O Guinness fixou o ponto de liberação em 100.418 pés (os 30 mil metros já mencionados), equivalendo a mais de 3x a altitude de cruzeiro de um avião comercial e a mais do que o triplo da altura do Monte Everest.

As regras do recorde proibiam o uso de qualquer paraquedas e exigiam que a capa, e não o celular, fosse o primeiro componente a tocar o solo.

Validação técnica e condições extremas da queda

A juíza oficial do Guinness World Records, Juliet Dawson, revisou as evidências em vídeo, os depoimentos das testemunhas e o aparelho recuperado antes de confirmar o recorde.

O iPhone ainda podia ser ligado e desligado, realizar chamadas e capturar fotografias, com o exterior sem danos aparentes.

Durante o voo, o conjunto ficou exposto a temperaturas entre 40 e 60 graus Celsius negativos e a uma pressão atmosférica de aproximadamente 1% da registrada ao nível do mar.

A equipe de pesquisa da RhinoShield executou testes prévios de congelamento abaixo de zero e de pressão para simular essas condições antes do lançamento real.

Mecanismo de lançamento e queda controlada

Um balão de alta altitude transportou o smartphone até a estratosfera. Um mecanismo de liberação remota, acionado pela leitura de um altímetro, desacoplou o aparelho do balão. A descida durou cerca de 25 minutos até uma paisagem desolada da região selvagem sueca.

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O celular foi liberado sobre terreno desabitado para eliminar riscos a pessoas em solo. Um helicóptero com dois engenheiros da Sent Into Space e equipamentos de rastreamento chegou primeiro à zona de pouso estimada.

Busca e recuperação do aparelho

O rastreamento por GPS reduziu a área de busca para aproximadamente 2 km. Ainda assim, a equipe levou mais de 5 horas para localizar o celular na região remota, conforme relatou a gerente de experiência de marca da RhinoShield, Mujou Hsiao, ao Guinness World Records.

O cofundador da Sent Into Space, Chris Rose, atribuiu a dificuldade à interferência nas comunicações e ao isolamento do terreno. Os resultados só puderam ser verificados quando a capa e o celular estavam de volta em mãos.

Física da queda e contexto comparativo

Um objeto em queda atinge a velocidade terminal no primeiro minuto, aproximadamente, e depois desce a uma velocidade praticamente constante.

O impacto, portanto, teria sido o mesmo a partir de uma fração da altura. O celular caiu sobre a tundra sueca, e não sobre concreto.

Para comparação, em 2012, Felix Baumgartner saltou de 125.000 pés (38.969,4 metros) durante a missão Red Bull Stratos, cerca de 8,4 km acima do ponto de queda do iPhone.

Após 4 minutos e 20 segundos de queda livre, ele abriu o paraquedas, enquanto o smartphone desceu sem esse recurso.

Capa AirX e design de proteção

A capa AirX, lançada em 2025, é construída com um único material reciclável, em vez da mistura de plásticos e borrachas comum na categoria.

O design incorpora câmaras de ar perimetrais e um sistema de distribuição de energia de impacto inspirado em airbags automotivos e no amortecimento de calçados esportivos.

Segundo Hsiao, a indústria de capas para celular gera grandes volumes de resíduos plásticos porque a maioria dos produtos combina materiais que não podem ser separados para reciclagem.

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A RhinoShield utiliza monomateriais totalmente recicláveis há anos, enfrentando a acusações (infundadas) persistente de que capas de material único não conseguem oferecer proteção pesada.

Impacto no solo e resistência verificada

A RhinoShield descreve a queda como quase espacial e a proteção demonstrada como de nível espacial. A linha de Kármán, fronteira do espaço reconhecida internacionalmente, fica a 100 km de altitude, mais de 3x acima do ponto de liberação.

A queda estratosférica, de acordo com Hsiao, comprova que o design sustentável pode suportar as condições mais extremas na Terra e fora dela.

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Origem da ideia e testes internos

A ideia partiu do cofundador e CEO da RhinoShield, Eric Wang, logo após o lançamento da linha AirX. A equipe considerou manobras mais convencionais, incluindo 50 quedas consecutivas de 15 metros, antes de Wang insistir na maior altura que pudesse ser organizada.

Os testes-padrão de laboratório são feitos a cerca de 1,2 metro. O teste extremo da própria empresa envolve soltar celulares do sexto andar do escritório, a aproximadamente 23 metros de altura.

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Fontes: Mezha | VN Express

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