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Captação da poupança chega a R$ 5,8 bi em agosto, a maior para o mês

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Brasil Econômico

Depósitos na caderneta de poupança supera saques em quase R$ 6 bilhões e bate recorde para esse período do ano. Parcela do 13º é possível explicação

Depósitos na caderneta de poupança superam saques pelo sexto mês consecutivo e bate recorde

Depósitos na caderneta de poupança superam saques pelo sexto mês consecutivo e bate recorde

Foto: shutterstock

Os depósitos na caderneta de poupança superaram os saques em R$ 5,862 bilhões em agosto, de acordo com relatório divulgado hoje (6) pelo Banco Central (BC). Esse é o maior resultado para agosto, na série histórica do BC, iniciada em 1995.

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Foram depositados, ao longo do mês passado, R$ 198,6 bilhões, contra retiradas que somaram R$ 192,737 bilhões. É o sexto mês consecutivo de captação líquida, ou sejam depósitos superiores aos saques na poupança.

No acumulado dos oito meses deste ano, os depósitos na poupança superaram os saques em R$ 16,960 bilhões.

O saldo atualmente depositado na caderneta está em R$ 764,408 bilhões. Os rendimentos chegaram a R$ 2,862 bilhões, em agosto.

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Pela legislação em vigor, o rendimento da poupança é calculado pela soma da Taxa Referencial (TR), definida pelo BC, mais 0,5% ao mês, sempre que a taxa básica de juros, a Selic, está acima de 8,5% ao ano.

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Quando a Selic é igual ou inferior a 8,5% ao ano, como ocorre atualmente, a remuneração da poupança passa a ser a soma da TR com 70% da Selic. Atualmente a Selic está em 6,5% ao ano, o que daria um rendimento estimado de 4,55%, enquanto a inflação estimado para o ano é de 4,16% pelo mercado e a meta central do governo federal e perseguida pelo Banco Central é de 4,5%, ou seja, apesar de ser a modalidae mais popular, a poupança prevê um rendimento muito pequeno.

Uma alternativa à poupança são os títulos do Tesouro Nacional. Esse tipo de investimento foi alterado recentemente pelo governo que anunciou uma projeção da relação da dívida bruta do governo e o PIB (Produto Interno Bruto) subiu, passando de 75,6% para 77%. De acordo com Luis Fernando Alves, coordenador geral de Planejamento Estratégico da Dívida Pública, essa revisão se deve principalmente à redução da estimativa de crescimento da economia em 2018.

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*Com informações da Agência Brasil

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