A greve dos correios começou na última terça-feira (16)depois que os sindicatos de trabalhadores aprovaram uma greve por tempo indeterminado.
O movimento é um reação às medidas adotadas pela estatala falta de acordo coletivo e a ausência de reajustes salariais da categoria.
Ao todo, 12 sindicatos em 9 estados já iniciaram a greveenquanto outros 24 permanecem em greve. A mobilização atinge regiões estratégicas como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Entenda mais sobre o assunto abaixo.
Resumo de notícias
- Aqui estão as informações mais relevantes sobre a greve dos Correios:
- A greve dos Correios começou na última terça-feira (16) em 9 estados, após sindicatos de trabalhadores aprovarem greve por tempo indeterminado, em protesto contra a falta de acordo coletivo e reajuste salarial.
- A greve envolve 12 sindicatos de regiões estratégicas como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, além de outros 24 sindicatos em greve.
- Trabalhadores dos Correios defendem que o governo faça uma contribuição emergencial para enfrentar a crise financeira da estatal e preservar os direitos trabalhistas.
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Por que os trabalhadores dos correios entraram em greve
Segundo sindicatos, a greve dos Correios foi motivada falta de avanços nas negociações de acordos coletivos e ausência de reajustes salariais. A categoria afirma estar sem acordo coletivo desde 1º de agosto.
Além disso, os trabalhadores argumentam que o governo federal faz contribuição emergencial enfrentar a crise financeira da estatal e preservar os direitos trabalhistas.
Entenda: O que é Acordo Coletivo de Trabalho?
Estados e sindicatos que aderiram à greve
A greve envolve sindicatos nove estadoscom destaque para São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Ceará, Mato Grosso e Paraíba.
Entre os sindicatos em greve estão entidades como Sintect/SP, Sintect/MG, Sintect/RJ e Sintect/RSalém de representações regionais em Campinas, Santos e São José dos Campos.
O que dizem os Correios sobre a greve
Em nota, os Correios afirmam que todas as filiais permanecem abertas e que aderir à greve é parcial e localizada. A empresa informou ainda que adotou medidas de contingência para garantir a continuidade dos serviços essenciais.
A estatal também declarou estar comprometida com a construção de um consenso com os trabalhadores, com mediação do Tribunal Superior do Trabalho (TST).
Negociações, TST e próximos passos
Segundo Emerson Marinho, secretário-geral da Fentect, a greve é reflexo da postura da gestão da empresa, que seria desconsiderando os trabalhadores na definição de medidas para enfrentar a crise.
O que dizem os Correios sobre a greve
Em nota, os Correios afirmam que todas as filiais permanecem abertas e que aderir à greve é parcial e localizada. A empresa informou ainda que adotou medidas de contingência para garantir a continuidade dos serviços essenciais.
A estatal também declarou estar comprometida com a construção de um consenso com os trabalhadores, com mediação do Tribunal Superior do Trabalho (TST).
Negociações, TST e próximos passos
Segundo Emerson Marinho, secretário-geral da Fentect, a greve é reflexo da postura da gestão da empresa, que seria desconsiderando os trabalhadores na definição de medidas para enfrentar a crise.
Diante da crise financeira, a empresa acionou o TST para tentar tornar essas cláusulas mais flexíveiso que gerou resistência dos trabalhadores e intensificou o movimento grevista.
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